2022 – O que há de novo


Happy family with small daughter standing on patio of wooden cabin, holiday in nature concept.

Vamos analisar o ano de um modo geral, à luz da numerologia pitagórica. O número 2 significa dualidade, equilíbrio, capacidade de adaptação, confiança. Está também ligado ao amor, aos relacionamentos, às parcerias. O 0 amplifica a energia do 2 e nele está tudo contido. Por outro lado, temos a energia do 6 (2+2+2=6), o número associado à família e ao lar, com tranquilidade e valores.
A vibração de 2022 conecta-nos com a valorização do lar, a harmonia nas relações e a afetividade entre todos.

 

Embora seja esta a vibração, tudo isto não “cai do céu como pozinhos de perlimpimpim”, que mudam tudo como num passe de mágica. Todos temos a nossa parte de responsabilidade na construção de um mundo melhor.

Nestes últimos dois anos, a maioria das pessoas têm vivido numa energia de medo, fugindo de um inimigo invisível que nos pode levar à morte. Eu lamento profundamente a dor que tem assolado tantas famílias com mortes causadas por esta pandemia. Na realidade, o número de óbitos é pequeno para o total de mortes, considerando na mesma a dor de cada perda, pois cada vida é única. Todos os dias morrem em Portugal mais de 300 pessoas por dia e, dentro deste número, 5, 10 ou por vezes um pouco mais são o resultado da pandemia. Os outros não são lembrados, nem referida a sua causa.

Muitos são negligenciados e sofrem com problemas de saúde graves; outros sofrem por solidão; outros ainda são vítimas de conceitos incutidos diariamente pelos meios de comunicação social, virando amigos contra amigos, familiares contra familiares. Precisamos de acordar!

 

Evoluir e viver

Cada dia que vivemos com medo de morrer por causa da pandemia, é um dia que deixamos de viver plenamente, porque desgastamo-nos com uma energia que debilita profundamente o sistema imunitário e nos entristece, roubando-nos a esperança. Então, o que traz 2022 de novo? Aquilo que quisermos viver no nosso mundo interior. O exterior é relativo. É o meu interior que vai ditar a importância da “realidade”.

Eu posso escolher o “copo meio cheio” e olhar só para a desgraça, a ilusão do medo, a ilusão da morte – claro que nem todos veem assim, pois para muitos a morte é um fim; para mim, é um renascimento com outra energia – ou escolher o “copo meio cheio” e agradecer todas as bênçãos que tenho e cada dia em que acordo e tenho uma nova oportunidade para fazer algo positivo e dar o melhor de mim aos que me rodeiam e ao mundo.

A vida e a morte estão juntas, uma não existe sem a outra. Quando vivemos com medo de morrer bloqueamos todas as oportunidades de sermos felizes e de viver a vida na sua plenitude. É claro que nos custa ver partir os nossos entes queridos – é um “até já” incógnito no tempo e no espaço –, queremos tê-los connosco o máximo de tempo possível e eu também desejo isso, mas não vivo com medo de morrer, pelo contrário. Penso sempre que tenho o dia de hoje, o amanhã não me pertence. Cada dia é uma oportunidade de evoluir, de amar mais, de perdoar, de ser grata, de me ligar ao coração, de ver o mundo de modo mais colorido, de dar e receber, de rir e por vezes chorar, de aprender e de ensinar. Há tanto para viver!

Cada um de nós tem um propósito, uma missão na vida, mas a missão subjacente a tudo é amar e ser feliz, e isto começa por nos amarmos a nós mesmos.

Construa o seu próprio guião

A nossa primeira grande responsabilidade em 2022 – e em cada dia – é cuidarmos do nosso corpo, mente e coração, e nutrir todas estas dimensões da forma mais saudável possível, libertando-nos de crenças pessimistas e condicionantes para criarmos um novo Eu.

No início do ano fazemos muitas “promessas” e traçamos objetivos que se desvanecem em poucos dias. Se nos focarmos diariamente no nosso coração, todos esses objetivos podem concretizar-se. Cada um cria a sua realidade, o seu filme. Certamente que todos já viram muitos filmes inspiradores de histórias reais e que recordam em vários momentos da vossa vida. Nesse sentido, deixo duas dicas para 2022:

 

  1. Semanalmente, escreva o guião do seu próprio filme. Inclua tudo o que é possível transformar e experienciar, vendo o resultado final e entregando a forma de o realizar ao Universo;
  2. Durante os primeiros 21 dias do ano, escreva diariamente três coisas pelas quais se sente grato. Após esses 21 dias, continue a fazê-lo todos os dias pelo menos verbalmente.

 

A gratidão transforma a energia da nossa vida e é muito mais amorosa e poderosa do que viver a “resmungar com a realidade”, afetando a saúde, os relacionamentos e tudo à nossa volta.

 

2022 é mais uma oportunidade de mudança. A escolha reside única e exclusivamente em cada um de nós. O ano vai trazer de novo o que cada um decidir viver. Namastê.

 

 

Isabel Costa
Hipnoterapeuta e Consultora da Felicidade
www.consultoradafelicidade.com
915 244 747

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