A chave-mestra da felicidade


Young and happy mother cares for her young son, and walks along the shore of the lake in the summer in the park.

Num mundo cada vez mais vertiginoso, competitivo, supérfluo, desprovido de valores e afeto, de natureza virtual e distanciador, o espaço que reservamos nas nossas vidas quotidianas para o aprofundamento do nosso Ser Interior é quase inexistente.

O deslumbramento pelos avanços tecnológicos,
a atração pela “felicidade” imediata – muitas vezes, presente na posse de bens materiais ao nosso alcance – ou a ocupação legítima do nosso tempo extra diário em atividades ou eventos de natureza diversa são alguns dos killers internos que, sem nos apercebermos, desviam a nossa atenção do facto de podermos progredir nas nossas Vidas com mais sentido e propósito.

O que faria perante este cenário?
Imagine agora, por alguns momentos, que a sua Vida era simbolizada por um edifício e que estaria a descer as escadas de acesso
à respetiva cave (as profundezas do seu Ser). Ia avançando com algum receio por não conhecer muito bem aquele espaço, desorganizado, cinzento, poeirento e com pouca luminosidade. Decorreu muito tempo desde que ali esteve pela última vez, estando quase a fazer um primeiro reconhecimento do terreno. Na cave fora construído um extenso túnel, onde existiam várias portas de diversos formatos, tamanhos, cores e texturas, todas fechadas. Ia caminhando lentamente, na penumbra, com medo do que poderia acontecer, face
à solidão em que se encontrava. Mas não podia voltar para trás, também pela curiosidade do percurso exploratório a efetuar.
Por entre todas aquelas portas alinhadas surgiu uma que, pela sua peculiaridade e um pequeno raio de luz que a atravessava, atraiu a sua inquietante atenção. Aproximou-se
e tentou abri-la, mas sem êxito. Tentou mais e mais vezes, e nada aconteceu. Decidiu afastar-se, então, para refletir um pouco sobre aquela inusitada situação. Pensou em diversas estratégias, mas cada vez ficava mais confuso e impaciente. Eis que surge uma “voz interior” que lhe sussurra: “Por que estás
a utilizar uma chave que te foi oferecida por outros, ao invés de recorreres à chave-mestra que existe em ti (única no mundo) e que te faculta o poder de abrires, quando e como quiseres, qualquer porta na tua Vida? Pensa nisso com Amor …”
Ainda abalado pelo que acabara de registar, aproximou-se da dita porta e seguiu as referidas orientações. Utilizou a sua chave-mestra e, num ápice, sem qualquer tipo de dificuldade, a porta abriu-se lentamente. Uma luz maravilhosa, resplandecente ia-se propagando, gradualmente, por todo aquele espaço até então escuro e desorganizado. Uma brisa de ar fresco penetrante e um perfume de odor intenso invadiram a cave, transformando de um modo inimaginável, e para sempre, um local onde não era suposto haver qualquer tipo de vida ou atividade…

 

Não reservamos, pois, algum do nosso tempo disponível para:

– Contemplar as maravilhas da natureza em todo o seu esplendor;
– Sorrir e abraçar quem mais precisa (ou quem mais amamos);
– Estar disponível para partilhar conhecimentos/experiências;
– Escutar ativamente e sem julgamentos;
– Dar-se genuinamente aos outros, sem esperar receber algo em troca;
– Meditar sobre o Propósito de Vida pessoal;
– Investir em desenvolvimento pessoal e mudança interior;
– Analisar as razões da permanente procrastinação (em questões essenciais da nossa Vida);
– Pensarmos em nós como o ser humano “especial e único” que somos;
– Amarmo-nos, cuidarmo-nos
e respeitarmo-nos;
– Afastarmos as pessoas e as situações tóxicas do nosso caminho;
– Escolher a aproximação a pessoas positivas, motivadoras e com inteligência emocional poderosa…

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