Novembro: mês de sensibilização para o cancro do pulmão


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“Não há dois pulmões iguais, Não há dois cancros iguais”

Helena Costa é a cara da nova campanha da Pulmonale “Não há dois pulmões iguais, Não há dois cancros iguais”, uma iniciativa que arranca hoje, dia 3 de novembro, no mês de sensibilização para o cancro do pulmão. O objetivo da campanha é alertar as pessoas para a heterogeneidade do cancro do pulmão.

 

Helena Costa, através do seu testemunho real, faz parte desta campanha e, em conjunto com três outros doentes, promove o diálogo sobre o tema. Para tal, foram registados três vídeos – três conversas com testemunhos de diferentes experiências no combate à doença –, que serão publicados ao longo do mês nas redes sociais da embaixadora e da Pulmonale. Os vídeos serão divulgados nos dias 3, 17 e 25 de novembro.

 

“A troca de testemunhos e experiências é muito importante no processo de cada um dos doentes. Ajuda a entender, não só, que existem pessoas em situações parecidas com as nossas, mas também, simultaneamente, diferentes. Perceber o modo como estas pessoas tomaram controlo da sua vida e decidiram tirar o melhor partido dela, independentemente da sua condição, é inspirador. Decidiram encarar os tratamentos e a gestão da doença da melhor forma, tendo em conta a sua realidade”, afirma Helena. ­

 

O objetivo da iniciativa da Pulmonale é destacar a importância da singularidade de cada situação, incluindo as características de cada doente e de cada doença. Globalmente, pretende-se salientar que as diferentes situações implicam diferentes necessidades no cuidado ao doente com cancro do pulmão. Com esta campanha, a Pulmonale apela ao envolvimento, informação e participação do doente na jornada da doença, em estreita relação e colaboração como a sua equipa de saúde. Porque existem vários tipos de cancro, com abordagens de diagnóstico e tratamento distintas, diferentes evoluções e prognósticos.

 

“O cancro do pulmão é o cancro responsável por 11,6% de todos os casos de cancro. Em 2020, em Portugal, de 5.400 novos diagnósticos desta doença, 4.797 resultaram em mortes. Tendo em atenção estes números, é crucial apostar na sensibilização para a importância do diagnóstico, mas, sobretudo, informar as pessoas acerca do facto de cada pulmão ser único e, por isso, cada cancro ser distinto, com diferentes particularidades e diferentes necessidades no cuidado do doente com cancro do pulmão”, afirma Isabel Magalhães, presidente da Pulmonale.

 

 

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