Sobre a My Zen Moment

Iniciámos a nossa aventura em 2009 com a revista Zen Energy, o que se traduziu numa lufada de ar fresco para quem procurava o prazer de viver, o equilíbrio e o bem-estar físico, mental e emocional.

Com artigos inéditos, entrevistas, dicas e conselhos, a Zen Energy continua a apoiar os leitores a viverem de forma mais saudável e harmoniosa para desfrutarem de tudo o que a vida tem para oferecer.

Rapidamente surgiram outras revistas na área do bem-estar, como Vida e Saúde Natural, Astrologia, Reiki & Yoga, Viva Agora e S.O.S, sempre com o intuito de apoiar os leitores na melhoria do seu estado de saúde, na criação de autoconfiança e autoestima, no fortalecimento de relacionamentos, no desenvolvimento da criatividade e no processo de lidarem com os filhos ou libertarem-se de medos, crenças limitadoras, fobias e traumas. Enfim, para terem a vida que merecem.
Tivemos até agora um percurso cheio de desafios, amor, paixão e dedicação. Chegou o momento de darmos mais um passo e, nesse sentido, surgiu o projeto My Zen Moment, uma plataforma online muito atual e integrada de bem-estar mental, físico emocional e espiritual.

Decidimos investir em novas formas de partilhar conhecimento e informação com a proposta de oferecer diversidade de conteúdos, novidades na área científica e tecnológica para uma escolha quase ilimitada de assuntos, desde o desenvolvimento pessoal e o despertar da consciência humana, passando pela consciência alimentar e ambiental, salvaguardando o nosso planeta até encontrar o caminho para uma vida preenchida, uma vida com sentido.

Dependendo do pacote escolhido, os portugueses terão acesso a uma variedade extensa de produtos, para além das nossas revistas online, artigos, informação, entrevistas, cursos online, descontos em terapias ou workshops, vídeos com mini workshops e palestras, apresentações, podcasts e vídeos temáticos, newsletters, etc. Tudo o que poderá potenciar o desenvolvimento, a evolução e o entretenimento dos portugueses, assim como o seu bem-estar estará reunido na nossa nova plataforma.

Em colaboração com os mais conceituados especialistas, terapeutas e profissionais do país, iremos produzir e publicar na nossa plataforma e/ou plataformas especializadas, como Spotify, Sound Cloud ou Youtube, podcasts ou vídeos relacionados com várias áreas: psicologia, saúde, finanças, Feng Shui, desenvolvimento pessoal, ambiente, terapias holísticas e integrativas, economia, meditação, nutrição/alimentação, coaching, etc.

O objetivo é, por um lado, ajudar as pessoas a ultrapassarem os seus desafios diários no encontro com uma nova realidade, assim como desenvolver hábitos saudáveis; e, por outro lado, despertar a curiosidade, incentivando a procura de ajuda junto de profissionais e participando em cursos presenciais ou online, workshops e palestras, comprando livros, produtos de bem-estar, etc., para todos desfrutarem, aprenderem e se informarem, rumo à serenidade, ao equilíbrio e à paz interior.

Equipa Raíz

Elisabeth Barnard

Não há educação como aquela que é dada pela adversidade e eu sou um produto autêntico de uma vida cheia de desafios, começando logo pelo lugar onde nasci: a Roménia comunista liderada por um ditador feroz. Parafraseando Freud: “Fui uma mulher afortunada: nada na vida me foi fácil” e agradeço todos os dias ao Universo por me ter proporcionado essa dificuldade, para que possa ser hoje, quem sou.

Diz-se que quanto mais duros e exigentes somos connosco próprios, mais fácil se tornará a nossa vida. Sempre trabalhei arduamente e sempre me empenhei no que faço com todo o meu ser.

Não importa se é chefe ou empregado, se ganha muito ou pouco, o importante é gostar do que se faz e poder fazer o que se gosta. Estamos, neste momento, a atravessar uma viragem na consciência humana que jamais vivemos na história da Humanidade ou pelo menos gostaria que fosse assim. Pessoalmente, fico grata ao Universo por me ter proporcionado a possibilidade de poder contribuir através das nossas revistas e da plataforma MyZenMoment para uma verdadeira mudança na consciência das pessoas, acrescentando valor para fazer a diferença na vida de todos.

É imperiosamente necessário que surja outra forma de pensar, de fazer e de agir. O destino da Humanidade encontra-se em cada um de nós, agora, mais do que nunca.

Afinal, estamos aqui para aprender e para nos transformarmos em seres felizes, e um dos nossos maiores desafios é sentir satisfação no que fazemos, semear felicidade e dar o nosso humilde contributo para a construção de um mundo melhor, com uma vida decente para todos.

Susana Maravilha

Sou Gestora de Contas das revistas da Zenelly Publishing.

Tirei um curso de Técnicos-Administrativos tendo secretariado vários departamentos comerciais e foi nessa altura que descobri que o que mais me fascinava era o contacto com as pessoas.

Conversar, negociar e realizar, para mim, é viver um caminho de plena satisfação pessoal.

Fazer parte desta equipa maravilhosa é uma grande alegria.

 

Clara Saiago

Administrativa na empresa Zenelly Publishing, funciono em backstage como suporte e ligação entre os vários departamentos/pessoas e trato da parte burocrática, da papelada…

Supervisiono as ações de marketing direto, cuidando dos nossos leitores e assinantes de coração aberto, com o carinho que nos merecem!

Isabel Colaço Leitão

Frequentei o curso superior de Direito, um sonho de criança.

Mas o mundo editorial prendeu a minha atenção e começou a fascinar-me.

Curiosa por saber como são feitas as revistas, tirei um curso de design gráfico e tive a sorte de ir trabalhar para a Registrade, uma empresa da Marconi, onde aprendi muito sobre design. Comecei por criar anúncios e logótipos e, desde essa altura, nunca mais saí desta área.

Num piscar de olhos passaram mais de 20 anos dedicados ao que mais gosto: design gráfico e paginação. É um orgulho ver publicações que criei desde o layout nas mãos dos leitores!

Catarina Cruz

Sou editora e jornalista na Zen Energy, e hoje posso afirmar que a minha entrada na Zen não foi um acaso. Acredito que esta revista, os temas abordados, e esta equipa maravilhosa me deram algo que eu procurava há algum tempo: equilíbrio.

Escrever e ler sempre foram as minhas paixões. Em criança, ficava horas em frente ao espelho com um jornal ou revista na mão, fingindo apresentar o telejornal enquanto as barbies assistiam. Licenciei-me em Comunicação e Cultura e fiz Mestrado em Estudos dos Media e Jornalismo.

Aparento ser calma, mas por vezes o meu interior esconde uma boa dose de ansiedade, que tento gerir meditando e fazendo desporto. Sou da família, dos afetos, do toque, de me emocionar e sorrir facilmente, de sentir saudades de quem já não está connosco e do que já passou (pode ser um problema, eu sei!), da praia, do pôr-do-sol, de querer aprender sempre mais e, aqui, a Zen Energy tem sido preciosa ao me proporcionar aprendizagens que fazem de mim uma pessoa mais completa e leve.

Testemunhos

A opinião dos nossos colaboradores
Fernando Fernandes

É com muito orgulho que acompanho a Zen desde a primeira edição, inicialmente como leitor e agora também como colaborador. É, pois, com muita alegria que festejo convosco esta data tão especial. Desejo que continuem a contribuir para uma vida mais saudável e consciente de todos os portugueses e a ter muito sucesso! Obrigado e muitos parabéns.

José Canita

Cada vez mais, o equilíbrio físico, mental e espiritual é determinante para o nosso bem-estar e qualidade de vida. Nesse sentido, o comportamento humano deverá ser orientado nesse caminho, no qual a leitura tem uma influência muito importante e, muitas vezes, decisiva  na mudança dos nossos comportamentos e atitudes. É aqui que a revista Zen Energy, ao longo das suas 100 edições, tem contribuído para essa mudança. Nós somos também o que lemos! É por isso que considero a Zen um exemplo de coragem, num mercado em que a “pedagogia” é mais difícil de vender. Nunca desistir. Muitos parabéns e muita coragem!

Carlos Baltazar

Como colaborador assíduo da revista, escrevendo sobre temas da PNL, sou muito grato pela sua existência continuada. Ela tem permitido a criação de um espaço comum de colaboradores e leitores, todos interessados em criar para si e para os outros uma vida mais inteira, com propósito, e saúde física e mental. Espero continuar a contribuir para um mundo melhor.

Nair Aiko Y Pires

Fazer parte da Zen, permite a nós, terapeutas, expressar, partilhar conhecimentos ilimitados, alargando novos horizontes na saúde, no amor e na felicidade para os leitores. Estou muito grata pela magnífica oportunidade!

Susana Albuquerque

A revista Zen abriu no panorama editorial português uma brecha de luz, dando-nos acesso a uma série de ferramentas, terapias, testemunhos e informação que permite a cada mês expandir a consciência e ir tocando o coração, inspirando e despertando quem a lê para a possibilidade de ultrapassar limites, medos, doenças e circunstâncias, propondo-nos a todos termos mais consciência do nosso potencial ilimitado. Sinto uma profunda gratidão por poder fazer parte e contribuir para este projeto!

Lúcia Soares

Ao longo desta colaboração com a revista Zen sinto plenamente que, na sua essência, o formato e conteúdos mostram o cuidado e a preocupação em sugerir mapas para o maravilhoso mas, ao mesmo tempo, desafiador Caminho da Vida. A diversidade temática e a multivisão dos vários colaboradores evidencia ainda o cuidado de abrir a consciência a diferentes perspetivas de leitura da realidade e de expansão do autoconhecimento. Cada frase e pensamento constituem chaves e grelhas de leitura plenas de inspiração, que tocam no interior de cada um desvelando o saber eterno e permitindo uma maior liberdade amorosa na escrita do livro da vida de cada um de nós. Parabéns e votos de um excelente Novo Ciclo!

Cristina Camões

Ser colaboradora da revista Zen tem sido uma oportunidade de permitir que muitas pessoas possam ter acesso a temáticas na área da Saúde Mental. Tem sido uma porta para a desmistificação de problemáticas tão importantes como a Depressão, Ansiedade, Doença Bipolar, AVC, entre outras patologias do foro psicológico e neurológico. A Zen tem permitido também abrir consciências, sem tabus, sem preconceitos para uma temática tão importante para o Humano, que é a Espiritualidade. Esperamos que continuemos juntos a abrir a consciência dos portugueses. Obrigada a todos os leitores.

Lillian Barros

É um prazer, enquanto nutricionista e apaixonada por alimentação saudável, poder partilhar regularmente a minha visão e experiência pessoal e profissional com todos os leitores, ao lado de ilustres colegas das mais diferenças áreas. Sem dúvida que a revista Zen consegue inspirar e mudar de forma concertada a vida de muitos portugueses. E, como tal, não podia deixar de sentir um orgulho especial por fazer parte desta família. Muitos parabéns e venham mais 100!

Clara de Almeida

A Zen tem sido a minha companheira de crescimento pessoal e expansão de consciência desde o n.º 1. Gostaria de continuar, pelo menos, até ao n.º 200!

Joaquim Figueiredo

A Zen Energy, mais que uma revista destinada ao autoconhecimento, é um portal para uma vida mais saudável e feliz!

Mário Caetano

O simples ato de abrir a janela para deixar a luz entrar pode ser realizado de forma forçada ou harmoniosa. Parabéns à revista Zen Energy, não só por ter aberto a janela da consciência de forma harmoniosa, mas principalmente por conseguir mantê-la aberta durante 100 maravilhosas edições, superando barreiras, quebrando paradigmas e inspirando os portugueses. Parabéns Elisabeth pelo legado que tens deixado aos leitores. Parabéns equipa Zen por acreditarem. Parabéns por fazerem a diferença.

Isabel Gonçalves

A colaboração com a Zen Energy desde o seu início tem sido um constante desafio e uma excelente oportunidade para fazer chegar ao leitor aquilo que acredito ser a mais importante mensagem:  ‘Dentro de cada um há um potencial ilimitado à espera de ser despertado e desenvolvido – e esse potencial está acessível a todos! Expandir a consciência – da autolimitação à plenitude individual e coletiva – é o único, verdadeiro e sustentável caminho para a ‘revolução’ que pautará uma sociedade sábia, amorosa e cooperante que queremos para todos na Terra.’  Obrigada Zen pela excelente missão!

Rossana Appolloni  

Um sorriso de novidade, um despertar para caminhos que dão sentido aos desafios da vida, um conforto no meio do caos, um saber que complementa um puzzle, um sopro de esperança, um lugar de encontros entre quem escreve e quem lê. É assim que eu vejo a revista Zen Energy.

Daniel Valpaços

De que serve o conhecimento sem partilha? Mensalmente, a Zen Energy permite, deste lado e do seu, mudar mentalidades, promover o despertar de consciência, marcar a diferença na sua, na nossa vida.

Artur Morais

A grandeza de qualquer ambiente resulta da sua diversidade e a Zen, pela diversidade dos seus conteúdos, contribui definitivamente para a grandeza de todos nós (leitores e colaboradores). Agradeço a oportunidade de participar neste projeto de partilha.

Ana Pedroso

A revista Zen para os portugueses significa Amor, Responsabilidade, Confiança, Sabedoria, Instrumento de Valor, Âncora para a Reconstrução de um Novo Ser, Informação Atualizada, Madura, Transparente e Coerente. A Agente de Mudança criadora de que o Mundo necessita para o Novo Olhar, para a Mudança, para a Felicidade!

Izabel Telles

Para toda a equipa da nossa querida revista Zen – que tantas luzes acende nos nossos corações – envio 100 beijinhos de parabéns!

Sara Cardoso

A revista Zen tem feito, ao longo destas 100 edições, um trabalho pioneiro ao nível do despertar de consciências para as maravilhosas possibilidades de desenvolvimento que existem e estão ao nosso alcance, para nos tornarmos pessoas mais felizes e íntegras. Ler a Zen é Escolher Ser Feliz! Muitos parabéns por este precioso contributo e que contem muitas mais edições.

Manon Rosenboom Alves

Numa altura em que é difícil arranjar tempo para nós, para pensar no que nos faz realmente felizes e realizados, a Zen Energy propõe esta paragem para olharmos para dentro e refletir sobre questões importantes. Além disso, a revista informa sobre técnicas práticas para encontrar o equilíbrio e fazer as mudanças que achamos necessárias. Identifico-me claramente com esta forma de estar na vida e sou grata por poder contribuir para esta nobre missão!

Nathalie Durel

Colaboro com a Zen desde o início e tem sido uma aventura marcada pelo amor e pela perseverança. Acompanhar o seu sucesso em ajudar os portugueses a desabrochar para a visão holística e para as terapias alternativas enche-me de coragem para continuar também a minha missão neste país maravilhoso. Agradeço à Zen, à Elisabeth Barnard e à sua incansável redação pela disponibilidade constante em divulgar o trabalho dos terapeutas alternativos.

Joaquim Caeiro

A Zen Energy é um oceano infinito de possibilidades da alma, onde o leitor encontra o seu porto de abrigo… As suas respostas e apoio para continuar na caminhada da vida. É uma plataforma essencial à construção do alicerce que sustenta esta nova consciência – que nada mais é do que a afirmação do SER em si mesmo. A Zen é o meu tesouro encontrado, onde posso expressar e expandir o que sou! Parabéns Zen Energy e a todos os que nela colaboram, pela forma como entra no nosso coração.

Paulo Vieira de Castro

A Zen troca palavras por sonhos numa festa sempre renovada a cada mês. Após 100 números sobra-me a certeza de ter valido a pena. Hoje, como da primeira vez, obrigado!

Isabel Costa

A revista Zen Energy é desde o início uma fonte de inspiração para todos os que procuram uma mudança de consciência e uma luz no caminho. Não é apenas uma revista, é uma “amiga” e conselheira a todos os níveis da vida. Obrigada a toda a equipa que criou e mantém este excelente e importante trabalho com carinho e amor.

Maria João Viana

Parabéns à Zen por abrir mensalmente caminhos que ajudam a consciência portuguesa a florir. Que esta centésima edição leve a energia da Zen e dos seus leitores para patamares ainda mais elevados, em que se sintam cada vez mais felizes.

A. Korrodi Ritto

Para além da qualidade dos artigos que a revista Zen publica, temos a felicidade de nos transportarmos para outras dimensões e horizontes. Abrir a nossa visão periférica e sermos donos da nossa saúde é sem dúvida uma informação valiosa que é transmitida na revista.

Testemunhos

A opinião dos nossos leitores
Sandra Matos Carvalho

Adoro a Zen, sou leitora assídua desde o quinto número. Leio e interesso-me por tudo o que esteja relacionado com desenvolvimento pessoal, psicologia, sociedade, filosofia, quântica, doutrinas orientais, etc., enfim, tudo o que me ajude na busca de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal, e a compreender um pouco mais as leis da vida/universo. Desde aí, que a vossa revista me tem acompanhado nos meus ciclos de crescimento e mudanças. Obrigada por terem a coragem de romper com a tendência. Bem-haja! Continuem a sonhar, a mostrar caminhos, façam acontecer. Estou grata por SEREM! Desfrutem a vida.

Catarina Pinto

Uma das principais ferramentas que a revista Zen Energy me proporcionou foi o despertar, de uma forma muito mais madura e consciente, para a importância vital que as amizades e os afetos desempenham nas nossas vidas. Este despertar foi gradual. Iniciou-se numa fase mais conturbada e difícil da minha vida pessoal e intensificou-se quando realmente senti que precisava de estar só e de reencontrar a paz interior que tanto procurava. Experimentei, por diversas ocasiões, esta solidão acompanhada. Mas ainda bem!! Não me queixo das experiências negativas e algumas traumáticas, porque elas fazem-nos crescer. Curiosamente, há muitas pessoas carentes de afetos, de uma palavra amiga, de um elogio, enfim, de atenção. Tenho por hábito demonstrar afeto pelas pessoas que estimo e de sentir que são elas mesmas quando estão comigo, que se sentem à vontade para soltarem, por exemplo, uma boa gargalhada. Como é bom rir! Faz tão bem e, por enquanto, não paga imposto! Como diria o grande Charles Chaplin, um dia sem rir é um dia desperdiçado!

Susana

Acabei agora de ler o seu artigo Ser pobre é um entrave para a felicidade?, o qual foi ao encontro do que eu penso sobre o assunto. Apesar de ter 35 anos, não tive uma casa-de-banho com água corrente até aos 9. A banheira era um grande recipiente de metal enferrujado e o chuveiro era também de metal, com uns buracos por onde saía a água (que, claro, tinha que ser aquecida no fogão durante bastante tempo). Eu tinha amigas que nem uma sanita tinham e outras havia que tinham casas-de-banho como as que existem hoje. Não me recordo de nos sentirmos incomodados ou inferiorizados com isto. Contudo, até pessoas como a minha mãe, que têm a segurança da sua reforma, que viveram em condições muito precárias na infância e que admitem que ‘no tempo da miséria’ (como lhe chamam) eram felizes, hoje em dia afligem-se com a economia de uma maneira tal que é desproporcionada àquilo que aquela geração já conheceu. Sabemos que a vida vale mais que a economia e que basta aparecer a doença, ou pior, a morte, para que toda esta conversa de política, impostos e défice deixe de ter importância. Mudar de casa saiu da lista de prioridade, mudar de carro, comer fora, etc.  Aliás, tudo isso já nem nos interessa. Trocam-se umas coisas pelas outras, mas acho que é importante continuarmos a fazer o que nos preenche espiritualmente. As pessoas têm de despertar. Talvez a economia melhore quando o medo desaparecer. Por isso, é tão importante artigos como o seu. Não é normal ser eu dizer à minha mãe que na Europa temos sido uns meninos mimados. Achamos que temos direito a tudo e mais alguma coisa, e quando não temos, amuamos… E isto quando existe tanta gente no mundo, feliz, a viver com tão pouco.


Agostinha Dias

Obrigada pela revista Zen! Os assuntos que abordam fascinam-me. É certo que é altura de mudança e eu estou a procurar em mim esta mudança. Obrigada, mais uma vez, à vossa revista, pois tenho a certeza de que com estas ferramentas, todos teremos uma vida melhor!

Rita G.

Escrevo para agradecer as palavras do editorial da Zen deste mês. Às vezes, há mensagens que nos surgem, certeiras, na altura em que precisamos mesmo de ouvi-las. Obrigada.

Julieta Neves

À revista Zen e a todos os colaboradores, quero agradecer os momentos serenos, meditativos e de absoluta aprendizagem que desfruto ao ler os vossos artigos. Tive o prazer de ler o artigo Sejam humildes… tirem as máscaras e abram os corações, e ao o terminar recordei uma situação que ficará sempre presente. Já lá vão uns bons anos, quando ainda ia a Lisboa. Ora, passeava eu pela Rua Augusta e a meio do trajeto deparei-me com um Homem-Estátua. Geralmente, limito-me a olhar, mas desta vez foi diferente. O que de imediato me chamou a atenção foi a aparente idade deste homem. Não era um homem novo e não teria menos de 60 anos. Simultaneamente, lembro-me de questionar se um homem daquela idade estaria ali a trabalhar por desporto ou por necessidade. Curiosamente, a resposta foi-me dada naquele momento. Um grupo de jovens passou por ali e um deles fez o movimento de quem lhe vai tirar o chapéu pousado no chão, com algumas moedas. Embora na altura tenha receado um furto, o receio deu lugar a um sentimento de revolta, ao perceber pelas gargalhadas, que não passava de uma brincadeira… Tinham feito o Homem Estátua mexer-se. Mais ainda, tinham-no feito recear pelo seu dinheiro. Não tendo dúvidas de que aquele homem precisava do dinheiro para viver, aproximei-me e depositei-lhe uma moeda no chapéu (coisa que nunca tinha feito neste tipo de espetáculos). Ao erguer-me, olhei-o nos olhos, não deixando de lhe transmitir com um sorriso a minha solidariedade e alívio. Em resposta fez-me um gesto com a mão para esperar, enfiou-a no bolso e tirou um caramelo. Agradeci, com profunda gratidão; com a mesma gratidão com que agradeço todos os dias as coisas boas e menos boas que o Universo me ensina e oferece. Um grande abraço e sinceros desejos de prosperidade.

Sofia Santos

Quero felicitá-la pelos seus editoriais na revista Zen. Ao abrir cada revista, é sempre reconfortante lê-los. Gosto da forma como escreve e as suas mensagens tocam-me sempre. O editorial de Abril, como todos os outros, foi do meu agrado e tocou-me particularmente pelo tema. Descobrir a essência da minha existência é algo que tenho vindo a recuperar desde há alguns anos, pois hoje, com 40 anos nesta vida, sou muito mais eu do que o era com 20. É uma conquista que me traz amiúde algumas alegrias, mas também não raras tristezas, pois quando somos iguais a nós próprios, verdadeiros e sem máscaras que escondem os nossos medos, a maioria das pessoas respondem à defesa, como se de uma ameaça se tratasse. Parece-me que quem não consegue ser verdadeiro, não consegue aceitar muito bem a franqueza nos outros. Deixo-lhe as maiores felicitações, profissionais e pessoais, e continue a iluminar-nos com a sua luz.

Letícia Trindade

É com muito prazer que lhe escrevo, porque a senhora é fabulosa. Confesso que não sou leitora assídua da Zen, mas como a minha mãe é, acaba sempre por me dar as revistas. O tema do editorial desta edição é: Sonhar, ousar, mudar e viver; somos o resultado das nossas escolhas. Este artigo foi a mensagem que precisava de ler para começar de novo. As suas palavras são incríveis, experientes, ternas; admiro-a muito e não posso de modo algum deixar de lhe garantir que está a cumprir a sua utilidade na sociedade rumo à evolução. Consigo sentir sabedoria da sua parte, uma luz. Não deixe nunca de nos passar o seu conhecimento com as palavras adoráveis de sempre.

Luísa Abreu Santos

Sou fã da vossa revista, uma vez que representa a maioria dos assuntos relativos ao presente e futuro! Digo isto pois, para além de ser médica, também tenho uma doença, para a qual a medicina baseada na evidência não consegue dar resposta por si só. Contudo, em associação com as ditas ‘medicinas alternativas’, que a meu ver não funcionam em alternativa, mas sim em complemento da medicina convencional, funciona muito bem. Tenho Neurofibromatose 2. É uma doença rara que afeta cerca de 1 em 50 mil pessoas em todo o mundo e que provoca o aparecimento de tumores benignos em todo o corpo. As complicações principais advêm do facto de o crânio não distender, o que leva a compressão das estruturas cerebrais podendo levar mesmo à morte. Fui operada a dois tumores cerebrais, tive em paragem cardiorrespiratória, mas sobrevivi. Quando me deparei com a vossa revista, pude ir tomando conhecimento de outro tipo de medicinas que se revelaram muito boas! Cresci como médica e como doente.

Marta Loforte Gregório

Quero, em primeiro lugar, felicitá-la pela festa que proporcionou a todos os que apareceram para celebrar o segundo aniversário da Zen. Contudo, foram as palavras da Elisabeth que deram sentido à minha presença na festa. Alegrou-me o facto de defender verdadeiramente outras possibilidades de conceber a existência humana e de encarar os desafios de uma outra perspetiva, algo a que atribuo extrema importância. Em jeito de resposta ao excerto da entrevista ao Dalai Lama que leu, deixo-lhe um pensamento de Henry David Thoreau: I went to the woods because I wished to live deliberately, to front only the essential facts of life. And see if I could not learn what it had to teach and not, when I came to die, discover that I had not lived. Muito obrigada por defender a causa que defende.

Margarida Carvalho

Em resposta ao editorial publicado na edição de Abril, gostaria de partilhar um acontecimento (banal). No entanto, ao ler a revista, essa página veio ao encontro do que eu estava a sentir. Habitualmente, adquiro a revista no mesmo quiosque. No caminho, ia pensando numa situação que me deixou um pouco triste e dizia a mim mesma que, por vezes, é difícil viver numa sociedade onde reina a hipocrisia e como se tem de lutar contra tudo e todos para sermos fiéis a nós próprios. Nem sempre é fácil, porém opto por me sentir bem comigo, seja em que circunstância for. Como tudo está em nós, felizmente não permaneço nas emoções muito tempo, sei que estou para além delas. Não obstante, elevei o pensamento e sorri num gesto de gratidão, pois também sei que apesar de tudo parecer caótico, cada vez mais cresce o número de pessoas que abrem a mente e o coração para uma nova realidade, elevando a sua consciência a patamares vibratórios que lhes permite ver a existência numa perspetiva mais ampla. Aquando do pagamento da revista Zen, o vendedor questionou-me (em tom de brincadeira), se não queria levar uma revista de maledicência”. Eu sorri e respondi que ele sabia não ser o meu estilo de leitura. Ele retribuiu o sorriso e replicou: ‘Eu sei, quem lê a Zen não lê ‘maledicências’ e, sinceramente, estão cá para vender, mas quem dera que deixassem de existir. Se criassem mais revistas como a Zen, as pessoas seriam melhores, mais humanas e eu venderia na mesma, pois vende-se o que o cliente compra e compram de acordo com a sua mentalidade.’ Enquanto regressava a pé, refletia sobre este diálogo e agradeci ao Universo uma resposta tão célere e objetiva. Efetivamente, optarmos por nós em qualquer circunstância, sermos fiéis à nossa essência tem o seu preço numa sociedade ainda imperfeita. Todavia, o conforto e equilíbrio emocional e psíquico compensa. Eu divulgo com muito prazer a revista Zen desde a primeira edição, por amor aos que me rodeiam, pretendo que também eles se sintam um pouco mais iluminados com cada número. Afirmo, em consciência, que cada edição nos faz crescer um pouquinho mais, nos faz sentir melhores pessoas, mais despertas, pois alarga os nossos horizontes, se estivermos recetivos à mudança e ao crescimento interior. A Zen Energy não é uma revista de cariz oculto ou místico. É de convite à introspeção, a sermos mais reflexivos e atentos no quotidiano, a conquistar o potencial que temos, a compreender o nosso propósito maior, a saber utilizar a ferramenta de responsabilidade que o Universo nos deu: o Livre-Arbítrio, que nos permite progredir do átomo ao arcanjo, nós não somos marionetes! Do fundo do coração e da minha alma, agradeço cada edição. É com muito apreço e gratidão que leio, reflito e valorizo o vosso trabalho! Nunca desistam, precisamos de vós! Um grande abraço de Luz a toda a equipa!

Laura Macedo Quintas

Estou viciada na vossa revista, já enviei um e-mail a agradecer a toda a equipa e a quem escreve as rubricas! São espetaculares. Um bem-haja a todos aqueles que contribuem para o bem-estar físico e psíquico do ser humano. Sempre que leio os mais variados conteúdos da vossa revista, sinto-me com uma enorme energia positiva e com muita vontade de fazer algo para melhorar a sociedade e quem me rodeia. Sempre fui uma pessoa inquieta no aprender, sentia necessidade de me conhecer melhor, até que ponto eu era verdadeira, queria conhecer melhor as pessoas que me rodeavam, gostava e ainda gosto muito de observar e queria analisar os comportamentos. Há dias mandei um e-mail aos meus familiares e amigas sobre vários artigos que li no mês de Abril, na revista Zen. Um dos temas era Sejamos Agentes de Mudança”, a borboleta que cada um de nós pode ser. Que coisa mais singela. Achei delicioso pensar que sou uma borboleta, que voo ao longo do dia e que posso largar sobre as pessoas pequenas partículas de amor, harmonia, compreensão, tolerância e perdão. Desejo-vos, a si e à sua equipa, um voo delicioso junto ao arco-íris, para que a iluminação da sua luz e das suas cores vos dê toda a alegria e energia positiva de que precisam.

Laura

Cada vez mais, temos a obrigação e o dever de proclamar os valores interiores de cada um e não falar, mastigar e dissecar o que está errado. Chega de tanta maldade, chega de tanta coisa supérflua que não nos alimenta a alma, bem pelo contrário. Comprei a revista de Abril e já li, sublinhei, escrevi as minhas anotações sobre o seu editorial. Os meus parabéns, e percebo bem o sentimento que nutre em relação às pessoas que a rodeiam. Posso dizer que não me enganei em relação a si, é mesmo uma lutadora e determinada. Fazendo uma reflexão, percebo que aquilo de que precisamos à nossa volta são pessoas que estejam no mesmo patamar de vontade, de amor, de espírito aberto para dar e receber. Dou-lhe os parabéns pela sua equipa, pois a Elisabeth diz que elas são fantásticas.

Laura Macedo

Não posso permitir que passe mais um dia sem lhe enviar esta pequena mensagem com um sentimento de muito amor pela excelência da sua revista. Os temas abordados são excelentes, pelo bem que fazem às pessoas que a leem e pelo que essas pessoas possam de bom transmitir aos outros. Esta revista ajuda as pessoas a serem melhores, despertam-nas para uma sabedoria quase divina. Fazem-nos pensar, refletir, meditar, relativizar situações, aceitar desprendermo-nos com amor, melhoram o nosso comportamento e a nossa atitude em relação aos outros. Só conheci a Zen no fim de 2010, uma amiga disse-me maravilhas sobre ela e eu corroboro. Leio a Zen do princípio ao fim com uma caneta na mão, sempre num lugar sereno. Demoro o tempo que for preciso, porque esse tempo é só meu. Os temas são excecionais e sinto necessidade de sublinhar tudo aquilo que me interessa. Coloco notas que acho importantes destacar e empresto-a às minhas amigas. Esta não é uma revista qualquer, não é uma revista de fofoquice que se lê de trás para a frente. É, sim, uma revista com muito conteúdo, com um conteúdo sério, com pessoas sérias a trabalhar, a darem o seu nome e a dar o máximo para que os temas contribuam para uma mudança de comportamentos e atitudes, pensando no bem-estar físico e emocional do ser humano. Os temas são pertinentes, escritos com muita sabedoria e amor. Aposto que depois de lermos a Zen não poderemos ficar indiferente ao que se passa à nossa volta, daí termos a obrigação de transmitir o amor, o positivismo, a espiritualidade, a sabedoria e humanização que esta revista nos transmite. Com os temas da Zen aprendemos a viver melhor cada momento da nossa passagem por este planeta tão bonito, que o Homem teima em destruir, quer com as mãos quer com as palavras. Pelo que li sobre si, achei-a uma mulher determinada, com princípios éticos e morais, que não baixa os braços. Por isso, tenho plena convicção de que irá conseguir tudo a que tiver direito. Continuação de uma carreira de sucesso juntamente com toda a sua equipa de trabalho, porque sem eles não somos absolutamente ninguém. Os meus parabéns pela sua revista e um bem-haja a quem faz bem à humanidade.

Rui Lamas

Li agora o seu editorial Recomeçar e digo-lhe que também penso de forma parecida… É necessário fazer uma purificação de quando em quando. Na minha opinião, a sua revista faz, de facto, um papel notável. Para si e para a sua equipa, as maiores felicidades.

Paula Malainho

Sou leitora da Zen e desde há uns tempos para cá que não perco uma edição. Convosco vou bebendo sabedoria, vou ganhando forças e abrindo o meu horizonte espiritual. Desde sempre que me interesso por terapias alternativas, esoterismo, diferentes formas de ver o mundo e de o sentir. Nestes dois últimos anos, em que me encontro desempregada, tenho aproveitado o tempo para me redescobrir e encontrar-me na plenitude do meu ser, tendo como companhia um manancial de livros de autoajuda, revistas e alguns workshops. Não viro a cara à novidade, tento ser imparcial quando me é dada a conhecer uma nova forma de encarar ou de abordar a vida. Deparei com o número de abril da Zen Energy e comecei a devorá-la, como é costume, e parei algum tempo no seu editorial. Percebi que desabafa sobre as vicissitudes e desafios que a vida lhe tem apresentado. A forma como falou da sua equipa e da forma como gosta de trabalhar, transportou-me para um futuro hipotético onde me imaginei a fazer parte dessa mesma equipa. Sinto que deve ser um privilégio poder ser parte integrante de uma equipa que respira união, solidariedade, integridade e alegria. É num ambiente destes que temos liberdade para dar aso à nossa criatividade, inspiração, e onde não existem limites a não ser aqueles que impusermos a nós próprios.

Lygia

Acabei de ler o seu editorial e o artigo da secção Abra a sua alma, e fiquei fascinada. Sinto ainda mais admiração por si! Que coragem! Abre-se com uma grande ternura, expõe-se de coração aberto. Um dos males que reconheço no meu país é a falta de frontalidade com que as pessoas interagem e se relacionam, e sobretudo o pudor que há em confrontar os outros com a verdade. Publicamente, ninguém ousa fazê-lo e você ousou, Elisabeth. E fê-lo com classe. Parabéns pela coragem e pela nobreza do seu espírito. Expor a verdade é a forma mais justa de existir, pois os brandos costumes” portugueses só elevam a alma dos incautos e dos desvalidos. É por isso que em Portugal os justos são geralmente injustiçados e os malandros facilmente perdoados e protegidos. Há a cultura do coitadinho” que, como eu digo muitas vezes, desgraçam a vida de muitos. Protege-se mais depressa um incompetente, um irresponsável, um mau colega do que aquele que luta pela empresa, é fiel aos propósitos da mesma e colabora com quem está à sua volta. O bom profissional, em Portugal, é alguém a abater. Em 26 anos de vida profissional nunca vi um editor expor de forma tão clara os problemas por que passou, mesmo as suas hesitações. O seu editorial só mostrou a sua humanidade e pureza de espírito. Parabéns pela sua grande coragem e frontalidade. Sempre senti que a Zen lhe pertencia, que era o espelho da sua alma, agora tenho a certeza que ela é sua! Que os Deuses a protejam, pois todos os meses distribui sementes de esperança por milhares de lares. Mantenha-se sempre assim: fiel a si própria!

Cristina Lourenço


Elisabeth, gostava de a cumprimentar e felicitar, a si e à sua equipa, pela revista Zen Energy, que muito aprecio. É enorme e tem imensos artigos interessantes. De qualquer forma, é uma revista para se ler em qualquer altura. De quando em vez, pego numa das mais antigas e lá vou eu rebuscar um tema que me interessa, ou algum assunto sobre o qual estou a precisar ler naquele momento. Não podendo deter-me em cada um dos artigos, comentar todos eles, devo dizer-lhe que ao ler o seu editorial tive a sensação de a conhecer. Acho que entendi tão bem o que quis dizer, que me pareceu conhece-la há anos. Entendi porque já senti o mesmo. Não que eu tivesse alguma vez editado uma revista, mas porque algumas vezes já fracassei. Mas, em simultâneo, cresci. Sofri, também. A sensação de perda, de chão a fugir debaixo dos pés, de remar contra a maré, de dar murros em pontas de faca, como costumo dizer, é avassaladora, desgastante e até poderá tornar-se desmotivante. Só perguntamos: onde é que eu errei? Parece-me que, tanto quanto julgo perceber, não é mulher de baixar os braços e se a sua revista não deu certo desta vez é porque não era o momento indicado. Pessoalmente, acho que o fracasso ou insucesso nem sempre nos deve minar, diminuir ou até obcecar porque o mesmo depende, por vezes, de outros. Quando os nossos projetos dependem também de outros, por mais que nos esforcemos, nem sempre conseguimos levar a água ao moinho. Mas quando de forma realista encontramos os pontos fracos do nosso projeto, as vulnerabilidades que precisamos reforçar, começa a surgir aquela luzinha do entusiasmo sempre crescente, aquele brilho nos olhos de quem já vê a coisa a dar certo, aquele turbilhão de ideias novas a surgirem na nossa cabeça, a esperança está em alta e aí já nada nos pode parar. Afinal, basta ajustar as velas! Felicidades e muitos parabéns pela ajuda que presta a todos nós.

Rute Grilo

Em primeiro lugar quero agradecer o trabalho maravilhoso que desenvolvem com a revista Zen Energy! Muitos parabéns! Desde que a revista surgiu que sou leitora assídua. Acho que tenho todos os números, exceto alguns que emprestei a algumas pessoas que sinto precisarem de ler determinados artigos. Decidi escrever este e-mail no seguimento do seu editorial Não sinta a vida que tem, sinta a vida que sonha, porque me tocou especialmente. Deixou-me com as lágrimas nos olhos quando referiu que é imperioso introduzir a espiritualidade nas escolas. E isto porque já há muito tempo que sinto que é realmente necessário dotar as crianças de ferramentas que as auxiliem a SER, ou melhor, a não se esquecerem daquilo que são! Penso muitas vezes como poderia ter sido diferente o meu percurso de vida até aqui se tivesse descoberto a espiritualidade mais cedo e não apenas aos 27 anos… Mas talvez tivesse de ser assim, não sei… A única coisa que sei e que sinto neste momento é que concordo plenamente com a Elisabeth quando refere que o único caminho para melhorar a humanidade é a educação, mas não apenas a educação ao nível do conhecimento, mas sim – e essencialmente – ao nível do SER. Sei que as suas palavras neste editorial foram as palavras de Deus, incentivando-me a não desistir dos meus projetos! Bem-haja!

Lygia

Revejo-me em absoluto nas suas palavras. De facto, não é mais o tempo dos sentimentos baixos, da pequenez espiritual. Estamos na era da elevação da alma, onde cada vez mais incomoda quem ainda funciona no tempo das trevas e da deslealdade. Gostei quando diz: ‘Também decidi recentemente continuar o meu caminho só com aquelas pessoas que vibram da mesma maneira que eu’. Há uma altura na nossa existência em que não dá mais para adiar. Precisamos de concretizar os nossos projetos e de estar com aqueles que funcionam na mesma vibração que nós. Seja quem for. São momentos sempre tristes, pois preconizam que nos desiludimos com pessoas em que acreditávamos e, por vezes, até amávamos, mas quem despertar poderá voltar a fazer parte da nossa vida e com alegria os receberemos. Enquanto outros ficarão perdidos para sempre. O que importa é estarmos bem com a nossa consciência e em sintonia com a nossa verdade interior. Somos apenas responsáveis pelo nosso próprio caminho. Desejo-lhe muita luz para o que pretende realizar! Lembre-se sempre que Deus ajuda os audazes. Votos de muita força e coragem.

Paula Socorro

Sou uma leitora assídua da revista Zen há já alguns meses. Ontem, ao folhear a Zen deste mês, deparei-me com um texto especial e gostaria de felicitar a autora. É engraçado, pois tive a sensação de que tinha sido eu a escrevê-lo. Identifiquei-me completamente com o que lá estava escrito. Quero felicitá-la pelo conteúdo da revista e encorajá-la a continuar com este projeto lindo! Graças a Deus que alguém se lembrou de criar uma revista útil para o desenvolvimento espiritual. Chega de revistas cor-de-rosa! Isso não serve para nada, a não ser denegrir a imagem das pessoas. As pessoas não entendem que não é a ler sobre a vida de X ou Y que vão ter uma vida melhor, o que é uma pena. Mas cada um tem de percorrer o seu próprio caminho, e temos de respeitar o tempo e as escolhas de cada um. Mais uma vez, Elisabeth, os meus sinceros parabéns, muita força e muita luz!

Susana Sousa

Escrevo apenas para dizer que adorei o editorial deste mês. Tenho lido todos até agora, mas o deste mês é sem dúvida o melhor até agora. Está espetacular! Revejo-me bastante na sua forma de pensar; no entanto, ainda não consigo ter um autodomínio suficiente para pensar de forma diferente sobre as várias situações da vida, vivendo por isso num conflito constante. Revejo-me bastante quando refere que ‘quando era mais jovem perdia mais facilmente o respeito, a estima e, muitas vezes, a paciência com aquelas pessoas arrogantes que nos fazem sentir que dependemos delas’. Tenho 23 anos e estou no 3º ano da faculdade com muita dificuldade em ir às aulas, pois simplesmente não suporto a arrogância de alguns professores… Há tanta falsidade também… Na sala de aula falam-nos normalmente, fora dela fingem que não nos conhecem. Não compreendem muita coisa da vida, parece que simplesmente ficaram cegos pelo conhecimento. Também não estou integrada na minha turma, pois como não vou às festas nem a atividades extracurriculares, simplesmente fui excluída. Sinto que não tenho de ser como os outros e, embora tente sempre aproximar-me, ainda não aprendi a lidar com a indiferença e o desprezo. Todos os dias tento alinhar os meus pensamentos com o que é importante para mim, mas nem sempre eles estão seguros, pelo que acabo por viver num carrossel de altos e baixos. É na escrita que me refugio, as palavras são o meu grande consolo, pelo que escrevo para lhe dizer que as suas palavras são muito importantes e agradeço que continue a fazer o excelente trabalho que tem feito até agora.

Helena

Chamo-me Helena e sou uma das milhares de leitoras que leem a sua revista Zen! Quero parabenizá-la pelo seu trabalho e dizer-lhe que é a minha companhia nos bons e, principalmente, nos maus momentos. O editorial deste mês tocou-me de uma forma particular, pois todas as palavras se encaixavam na minha vida. Estou com um trabalho de mestrado em mãos há dois anos e não tenho coragem para prosseguir e dar-lhe um fim. O último parágrafo do seu editorial foi o clique de que eu precisava. Agradeço de coração, em meu nome e em nome de todos os leitores que leem a sua revista. O nosso planeta devia ter mais pessoas como a minha amiga Elisabeth. E já agora, permita-me partilhar um segredo: fotocopiei o seu editorial e colei-o no meu diário… Caso precise de o reler. Mais uma vez agradeço.

Lygia

Elisabeth, queria dar-lhe os parabéns por ter conseguido cativar a preciosa colaboração do astrólogo Adrian Duncan para a sua revista Zen. Este, mais uma vez, comprova pelos textos apresentados o seu grande valor. No entanto, a Elisabeth conseguiu abrilhantar os textos com imagens fascinantes e absolutamente maravilhosas. Aproveito também para a parabenizar pelos editoriais, que são sempre muito inspiradores. Bem-haja pelo contributo que dá para uma maior elevação de consciência.

Susana Inácio

Chamo-me Susana Inácio, e quero, antes de mais felicitar a equipa da revista Zen Energy – é a revista que fazia falta em Portugal, uma revista com temas e artigos muito interessantes e muito bem escritos; uma revista com grande credibilidade e rigor, com uma linguagem muito cuidada e refletida e, ao mesmo tempo, fluida e acessível a um público interessado (ou futuramente interessado) nos temas de desenvolvimento pessoal e da espiritualidade. Enquanto pessoa que segue/tenta seguir o caminho da espiritualidade e que procura, sobretudo, autoconhecer-se, sou leitora assídua da revista, tendo, inclusivamente, feito um curso de Reiki com uma das vossas colaboradoras, a Patrícia Rosa-Mendes, no Espaço Sivana. As palavras que vêm na Zen Energy levam luz a todos nós, leitores!

Ana Godinho

É com muito prazer que envio a toda a equipa da revista Zen os meus sinceros parabéns. Já não passo sem a vossa revista. Interessante, atualizada, acessível, profunda e muito apelativa. Apetece ler e sentimos necessidade de a reler. Está junto aos livros que tenho na minha mesa-de-cabeceira. Serve para distrair e ajuda a pensar sobre assuntos tão interiores, necessários, sem dúvida, ao nosso crescimento humano. Eu não a dispenso. É uma fonte de energia! Hoje levei a última publicação para uma das minhas aulas na Universidade da Terceira Idade de Ferreira do Zêzere e disse às minhas alunas que a revista Zen (ainda desconhecida neste grupo) é um sucesso. Penso tê-las motivado, porque eu também me motivei logo que vi e abri a primeira que me chegou às mãos. No editorial da edição nº 9 abordava os seus três jokers: a gratidão, a esperança e o amor. Muito interessante! Desejo o maior dos sucessos. Somos nós, leitores, os grandes beneficiários de sua tão grande obra. Obrigada!

Margarida Carvalho

Ao ler o editorial publicado na edição de Abril, gostaria de partilhar um acontecimento (banal). Ao ler a revista, essa página veio ao encontro do que estava a sentir. Habitualmente, adquiro a revista no mesmo quiosque. A caminho do mesmo, estava a pensar numa situação que me deixou um pouco triste e dizia a mim mesma que, por vezes, é difícil viver numa sociedade onde reina a hipocrisia e como se tem de lutar contra tudo e todos para que sejamos fiéis a nós próprios. Nem sempre é fácil, mas opto por me sentir bem comigo, seja em que circunstância for. Aquando do pagamento da Zen, o vendedor questionou-me (em tom de brincadeira), se não queria levar uma revista de maledicência”. Eu sorri e respondi que não era o meu estilo de leitura. Ele retribuiu o sorriso e replicou: Eu sei, quem lê a Zen não lê ‘maledicências’. Estão cá para vender, mas quem dera que deixassem de existir e se criassem mais revistas como a Zen, as pessoas seriam melhores, mais humanas, e eu venderia na mesma, pois vende-se o que o cliente compra e compram de acordo com a sua mentalidade.”
Respondi que as mentalidades mudam e, consequentemente, mudam os hábitos. Para tudo é necessário tempo! O senhor pediu-me que continuasse fiel à revista e aos valores que precisam de ser cultivados e estimulados para que a nossa realidade seja mais harmoniosa e luminosa! Enquanto regressava, refletia neste diálogo e agradeci ao Universo uma resposta tão célere e objetiva. Optarmos por nós em qualquer circunstância, sermos fiéis à nossa essência, tem o seu preço a pagar numa sociedade ainda imperfeita. Todavia, o conforto e equilíbrio emocional e psíquico são recompensadores. É com muito prazer que divulgo a revista Zen desde a primeira edição. Por amor aos que me rodeiam, pretendo que também eles se sintam um pouco mais iluminados com cada número. Afirmo em consciência que cada edição nos faz crescer, sentir melhores pessoas, mais despertas, pois alarga os horizontes se estivermos recetivos à mudança e ao crescimento interior. No meu anterior local de trabalho, a Zen passou a ser a nossa revista. Num local de saúde e bem-estar, é importante proporcionar aos clientes leitura que nos encha de luz e conforto, com diretrizes que nos ensinem a viajar para o nosso ‘eu’ verdadeiro e nos impulsionem para a evolução. A Zen não é uma revista de cariz oculto ou místico, é de convite à introspeção, a sermos mais reflexivos e atentos ao quotidiano, a conquistar o potencial que temos, a compreender o nosso propósito maior, a saber utilizar a ferramenta de responsabilidade que o Universo nos deu: o Livre-Arbítrio!
Do fundo do coração e da minha alma agradeço cada edição. É com muito apreço e gratidão que leio, reflito e valorizo o vosso trabalho! Nunca desistam, precisamos de vós! Um grande abraço de luz a toda a equipa!

Marta Araújo

Cara Elisabeth, considero que o trabalho que está a levar a cabo com o projeto Zen Energy é brilhante. É preciso coragem para se levar a cabo as ideias que parecem ter nascido connosco, principalmente quando se tratam de áreas de abordagem que fogem ao pensamento e à ação massificada. Os obstáculos parecem, por vezes, muros demasiado grandes, mas quando temos a certeza de que o resultado final faz parte da nossa missão e está ligado a uma causa superior, os mesmos são, mais dia menos dia, ultrapassados.
Escrevo enquanto jornalista, mestre de Reiki, escritora de contos infantis para adultos (ainda não publicados, digamos que é um projeto que está em “incubadora”) e uma profunda defensora da ideia de que temos a capacidade de cocriar a nossa realidade sendo, por isso, o nosso pensamento e ações os verdadeiros motores da vida. A Isabel Leal foi minha formadora de Reiki, a Susana Albuquerque é minha fonte de informação em vários artigos de economia que escrevo, o que faz com que a Zen seja uma espécie de extensão da minha vida, das pessoas em quem acredito e que me inspiram.

Rosa Pereira

No mês passado comprei pela primeira vez a revista Zen e fiquei, literalmente, apaixonada. 
Ao ler o artigo Abra a Sua Alma, escrito pela diretora Elisabeth Barnard, identifiquei-me completamente e fiquei muito emocionada. Admirei a coragem que a diretora teve ao abrir a sua Alma e descrever, sem tabus, as dificuldades do seu dia a dia.

Sandra Carvalho

Adoro a vossa revista! Sou leitora assídua desde o quinto número. Quando a encontrei numa papelaria foi empatia imediata. Há muito que leio e me interesso por tudo o que esteja relacionado com o desenvolvimento pessoal, psicologia, sociedade, filosofia quântica, doutrinas orientais, e tudo o que me ajude na busca do autoconhecimento, desenvolvimento pessoal e a compreender um pouco mais as leis da vida/universo. Acredito que a vida só terá significado se a tratarmos com respeito, dignidade, integridade, compaixão, amor…. A vida é uma escola e estamos cá para aprender. Tudo isto faz parte da nossa jornada, resta-nos identificar as lições a aprender para que possamos evoluir e crescer. Temos ainda de descobrir o nosso propósito de vida, aquilo que nos faz feliz. Quando iniciamos o caminho do desenvolvimento pessoal e começamos a ter consciência do mundo ao nosso redor e de que tudo começa em nós, já não conseguimos viver de queixumes. Aprendemos a assumir a responsabilidade pela nossa vida. Bem hajam, continuem a sonhar, a mostrar caminhos, façam acontecer. Desfrutem da vida. Muito obrigada por terem a coragem de romper com a tendência.

Laura Quintas

Elisabeth, como adoro ler o editorial que escreve. É a primeira leitura que faço quando compro a revista. Os seus temas são indiscutivelmente deliciosos. Continue, porque precisamos de pessoas como a Elisabeth, que escreve fluentemente o que lhe vai na alma. Ao lermos o que escreve, algo se incendeia em nós, sentimos que não estamos sós neste mundo alucinado. Sempre que leio os conteúdos da vossa revista, sinto-me com uma enorme energia positiva e com muita vontade de fazer algo para melhorar a sociedade e quem me rodeia. Esta revista ajuda as pessoas a serem melhores, despertam-nas para uma sabedoria quase divina. Fazem-nos pensar, refletir, meditar, relativizar situações, melhorar o nosso comportamento e a nossa atitude em relação aos outros. Leio a vossa revista do princípio ao fim com uma caneta na mão, porque os temas são excecionais e sinto necessidade de sublinhar tudo aquilo que me interessa e de colocar notas. Os temas são pertinentes, escritos com muita sabedoria e com muito amor. Continuação de uma carreira de sucesso juntamente com toda a sua equipa. Parabéns pela revista maravilhosa que nos proporciona todos os meses.

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